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Tudo o que você precisa saber antes de investir em franquia

Você já definiu que quer começar um negócio próprio e acredita que investir em franquias é a melhor alternativa. Pesquisou muito sobre o assunto e percebeu que esse é um setor em expansão, com bons resultados e maiores chances de sucesso.

Porém, ainda existem dúvidas.

Essa é uma situação comum, porque o mercado de franchising tem algumas particularidades que precisam ser consideradas. É por isso que neste post reunimos as principais informações para você que quer abrir a sua unidade.

Aqui, você verá sobre o perfil do franqueado, a capacidade de gestão, os maiores desafios a serem enfrentados, a Circular de Oferta de Franquia (COF) e outros detalhes.

Ficou curioso? Então, aproveite o conteúdo e continue lendo!

1. Qual deve ser o perfil do franqueado?

Você já deve ter ouvido a frase: “empreender não é para qualquer um”.

Apesar de clichê, é verdadeira, porque nem todos estão preparados para enfrentar os obstáculos que surgem na abertura de um negócio. Por outro lado, esse é o sonho de milhões de pessoas. O mercado instável e as dificuldades existentes no modelo de carteira assinada fazem as vantagens de empreender ficarem mais visíveis.

Tanto é que uma pesquisa da Fundação Estudar indicou que 69,8% dos jovens entre 18 e 34 anos desejam iniciar um negócio próprio. Nesse contexto, o segmento de franquias se destaca.

Com os benefícios do empreendedorismo e a redução dos desafios, esse é um modelo mais acertado e que aumenta as chances de êxito. Os números do setor levantados pela Associação Brasileira de Franchising (ABF) confirmam essa informação.

Somente no terceiro trimestre de 2018, o faturamento geral cresceu 6,3%, em comparação ao mesmo período de 2017. O resultado alcançou o valor de R$44,479 bilhões. Nos 12 meses acumulados, a alta foi de 7%, o que representou R$170,988 bilhões.

Nesse mesmo intervalo de três meses, o saldo entre lojas abertas e fechadas teve um resultado positivo de 1,4%. Por sua vez, a geração de empregos foi elevada em 6,7%.

Apesar de todos esses números, ainda assim é preciso ter um perfil de franqueado adequado. O primeiro passo é refletir sobre seus comportamentos, habilidades e competências.

Enquanto faz essa análise, aproveite para responder a algumas perguntas:

  • Como identificar uma real oportunidade de negócio? Será que obtive êxito nesse processo?
  • Qual é a minha tolerância ao risco?
  • Como é a minha capacidade de tomar decisões?

Além disso, confira suas competências comportamentais e veja se possui aquelas que são essenciais:

  • ética;
  • resiliência;
  • versatilidade;
  • dinamismo;
  • flexibilidade;
  • organização;
  • comprometimento.

Caso não tenha todas elas, procure desenvolvê-las. Além disso, foque o comercial e o bom relacionamento com clientes e equipe. Perceba que todas essas competências são mais bem colocadas em práticas quando você tem estabilidade emocional. Tenha em mente que os problemas surgirão e será preciso enfrentá-los.

Mais que isso, é necessário contar com as competências técnicas, isto é, com a capacidade de gerenciar o negócio e seguir as regras definidas pela franqueadora. Lembre-se de que, nesse modelo de negócios, é preciso cumprir as diretrizes e solicitar autorização para fazer algo diferente. Se acredita que se enquadra nesse contexto, siga em frente!

As redes ainda podem exigir alguns critérios, como idade mínima, formação em determinadas áreas, experiências anteriores no mesmo ramo de atuação ou habilidades de gestão de pessoas ou comunicação. Muitas dessas questões serão verificadas na entrevista com o franqueador. Contudo, vale a pena fazer essa análise antes de entrar em contato com a marca.

2. Por que a capacidade de gestão é importante?

A capacidade de gestão é fundamental para alcançar bons resultados. Porém, o que isso significa?

As competências técnicas são aquelas que ajudam o empreendedor no seu dia a dia, seja na parte de administração do negócio, seja para alocar recursos humanos, atender clientes ou negociar com fornecedores.

Devido as suas características, elas são tão importantes quanto as habilidades comportamentais para quem deseja investir em alguma franquia. Nesse momento, você deve estar se perguntando: se é preciso seguir as regras da franquia, que diferença faz ter capacidade de gestão?

Essa é a questão importante. A franquia determina alguns aspectos, mas a administração da unidade é sua responsabilidade. Além disso, é possível apostar em algumas inovações, como a otimização de serviços por aplicativo.

De toda forma, seu negócio é uma entidade jurídica à parte, com um CNPJ próprio e finanças totalmente separadas. O empreendedor também é responsável por gerenciar pessoas, controlar o estoque, administrar o atendimento e mais.

Por isso, os pilares que embasam a gestão da unidade franqueada são os que apresentamos a seguir.

2.1 Atendimento

Muito mais que atender consumidores e vender produtos ou serviços, o atendimento deve ser de qualidade e dentro das prerrogativas especificadas pela franqueadora. A marca costuma oferecer treinamento, pelo menos, no início para garantir que os colaboradores recebam os clientes da melhor forma possível. Esteja atento e repasse feedbacks sempre que necessário.

2.2 Estoque

Aqui, a ideia é manter um bom nível de mercadorias armazenadas. O excesso representa capital parado, o que prejudica as finanças. A falta significa perda de oportunidades.

O ideal é manter um equilíbrio. Tenha em mente que o cliente deseja obter o produto com rapidez. Caso contrário, procurará na concorrência.

Em alguns casos, a franqueadora exige uma aquisição mínima mensal de determinados produtos. Atente a essa necessidade para garantir um fluxo de comercializações suficiente para cobrir os gastos.

2.3 Controle financeiro

Assim como outros negócios, a franquia tem gastos fixos. No entanto, esse modelo exige o pagamento de algumas taxas extras, como de royalties e de franquia.

Isso significa que o controle financeiro é ainda mais importante para evitar o desequilíbrio de caixa. Mantenha um fluxo de caixa bem organizado e monitore as contas a pagar e a receber.

Lembre-se: a saúde financeira da sua unidade é essencial para o seu sucesso.

2.4 Gestão de pessoas

Sempre será necessário contratar pessoas para trabalhar na sua unidade. Ao investir em franquias, você também precisa cuidar desse aspecto.

Algumas marcas requerem uma quantidade mínima de colaboradores. Outras não fazem nenhuma determinação.

De toda forma, é imprescindível verificar a necessidade do estabelecimento. Uma ideia interessante é fazer cursos de gestão de pessoas e ciclo motivacional.

Essas capacitações ajudam a entender o que é motivação e como engajar os colaboradores para alcançarem os objetivos propostos.

Como você pôde perceber, a capacidade de gestão é um dos critérios de sucesso de um proprietário de unidade franqueada. Porém, ainda tem mais a saber antes de abrir seu negócio.

3. Quais são os principais desafios de uma franquia?

O investimento em franquias é uma decisão muito mais acertada, se comparado a iniciar um negócio do zero, conforme os dados que já apresentamos.

O risco de falência também é menor. Para ter ideia, em 2017 a taxa de mortalidade ficou em 5%. Em outros modelo de negócios, chega a 23%, segundo o Sebrae.

A entidade ainda especifica que as principais causas de falência do negócio são:

  • falta de planejamento;
  • ausência de capacitação;
  • dificuldades na gestão.

Esses são obstáculos comuns a todos os empreendimentos. Quando abordamos as franquias de maneira específica, os principais desafios são esses que apresentamos abaixo. Confira!

3.1 Suficiência de capital

A insuficiência de recursos financeiros é um obstáculo grande ao investir nesse tipo de negócio, porque o empreendedor precisa estar preparado para os gastos exigidos.

Além do investimento inicial, que está apresentado na COF, você deve verificar quais taxas precisam ser pagas (pontual e mensalmente) e qual é o tempo de retorno esperado.

A partir dessas considerações, é possível calcular o capital de giro necessário até que a empresa encontre o ponto de equilíbrio, isto é, o momento em que despesas e receitas se equivalem.

3.2 Adequação aos padrões

Os modelos de franquias são bastante similares e exigem um padrão mínimo de qualidade em todos os requisitos.

O empreendedor precisa conhecer todos eles e saber o que fazer para colocá-los em prática. Mais que isso, verifique o suporte e os treinamentos oferecidos pela marca.

Essa é uma maneira eficiente de garantir que todos os colaboradores sigam as diretrizes predeterminadas. Tenha em mente que o padrão se refere principalmente a:

  • qualidade do atendimento;
  • gestão administrativa;
  • gestão de pessoas.

3.3 Escolha de uma franquia confiável

A definição do segmento de atuação e da marca com a qual você fará parceria é um fator determinante para o sucesso.

As franquias de alimentação, por exemplo, são as que costumam apresentar o melhor desempenho.

No relatório do terceiro trimestre de 2018 da ABF, anteriormente citado, apresenta esse setor em primeiro lugar, com um faturamento de R$45,169 bilhões. A alta é de 7,4%.

Por isso, para escolher uma franquia confiável, primeiramente verifique se ela é filiada à ABF — esse é um bom sinal.

Além disso, pesquise sobre a marca e, na entrevista, tire todas as suas dúvidas. Assim, você inicia sua empresa com mais tranquilidade.

4. Por que fazer pesquisas sobre possibilidades de mercado?

Antes de investir em franquias, também é recomendado pesquisar sobre as possibilidades que o mercado oferece. O ideal é escolher um setor que combine com suas preferências e estilo de vida.

Ao levar esse aspecto em consideração, você consegue fazer o que gosta — outro fator que eleva as chances de sucesso.

Ademais, considere o seu orçamento. Existem franquias baratas que oferecem bom retorno e perspectiva de lucro.

Existem opções de microfranquias, por exemplo, que exigem um capital inicial menor que R$10 mil.

Por sua vez, há aquelas marcas mais conhecidas, que cobram mais de R$100 mil por uma unidade.

O ideal é verificar suas condições e fazer sua escolha considerando diferentes requisitos. Observar apenas o retorno financeiro é uma má ideia.

Em muitos casos, o empreendedor seleciona o segmento e a marca sem considerar o envolvimento que deve ter e o trabalho que precisará empregar.

O resultado? Uma chance maior de ter uma experiência negativa, com capacidade de culminar na falência ou até na venda da unidade.

Por isso, avalie se o seu perfil combina com o tipo de mercado e quais são as potenciais barreiras regulatórias.

Verifique ainda a aceitação do produto pelos consumidores e se o negócio conseguirá satisfazer seus anseios. Lembre-se de que a avaliação de competências é fundamental nessa análise.

5. Vale a pena estudar a COF?

A COF é um dos principais documentos da relação entre franqueador e franqueado. Ela é entregue, pelo menos, 10 dias antes da assinatura do contrato e traz todos os detalhes que você deve saber.

Entre as informações disponibilizadas estão direitos, deveres, responsabilidades e aspectos legais, como:

  • situação financeira da marca;
  • investimentos totais a serem realizados para abrir a unidade;
  • contatos de franqueados e ex-proprietários de unidades;
  • situação legal da franqueadora;
  • histórico da marca;
  • pendências judiciais;
  • balanços e demonstrações financeiras;
  • valor da taxa de publicidade;
  • encargos;
  • suporte oferecido pela franqueadora.

O recomendado é analisar a COF com atenção, assim como deve ser feito com o contrato. Se possível, conte com a ajuda de um advogado ou consultoria especializada.

Esses profissionais ajudarão a entender todas as cláusulas e tirar possíveis dúvidas que tiver. Essa análise é indispensável para evitar processos judiciais futuros.

A Lei de Franquia exige a entrega da COF. Portanto, se a franqueadora se negar, desconfie.

Além disso, você tem todo o direito de analisar a COF e desistir do negócio sem restrições. Por isso, tenha certeza das cláusulas antes de assinar o contrato.

6. Como analisar as opções de financiamento?

Ao longo desse artigo, já citamos várias vezes a importância do capital para o bom funcionamento do negócio. Porém, o que ocorre se você não tiver todo o dinheiro necessário?

A resposta é conferir as opções de financiamento disponibilizadas pela própria franquia. Muitos bancos oferecem linhas de créditos específicas para o franchising, que são mais atrativas.

Acontece até que a franqueadora tenha linhas pré-aprovadas com algumas instituições financeiras, que simplificam a obtenção do montante necessário.

Nesses casos, as taxas de juros são mais baixas. Desse modo, fica mais fácil pagar as parcelas, as taxas mensais da marca e ainda manter a unidade aberta.

Tenha em mente que o ideal é ter todo o dinheiro necessário. Se você contar com o capital e ele estiver investido em aplicações seguras, pode utilizar o financiamento para deixar parte do valor empregado.

Outra forma de conseguir o capital necessário é formar uma sociedade. Essa alternativa é mais comum quando a franqueadora é de grande porte.

Se essa for a sua escolha, defina sócios com competências complementares. Além disso, determine a função de cada indivíduo e busque alguém de sua confiança.

Depois de cumprir todas as etapas que listamos até aqui, você já está bem preparado para investir na sua franquia.

Contudo, ainda existem outros aspectos que ajudam a garantir ainda mais o seu sucesso. Um deles é a conversa com ex-franqueados.

7. Por que conversar com antigos franqueados?

Falar com pessoas que já fecharam ou venderam suas unidades é uma atitude altamente recomendada.

A ideia é verificar o que levou a essa decisão para identificar qualquer problema antes de finalizar a parceria.

Esse é um dos motivos que fazem a Lei de Franquias exigir que a COF apresente os contatos de ex-franqueados, com e-mail e telefone.

Desse modo, você tem uma conversa franca com essas pessoas sobre a marca. Descobre, por exemplo, se todas as cláusulas são cumpridas, se o negócio é lucrativo e se as promessas são verdadeiras.

Além de falar com os antigos proprietários de unidades, é recomendado conversar com donos atuais antes de investir em alguma franquia.

Eles também oferecerão um parâmetro geral da franqueadora e indicarão quais direitos e deveres precisam ser cobrados.

Em resumo, se a COF é importante e traz os principais detalhes da franquia, a conversa com os antigos e atuais donos de unidades é uma maneira de saber a verdade e confirmar as informações.

8. Quais são os custos da franquia?

Anteriormente, explicamos que o empreendedor precisa fazer um investimento inicial e ainda tem taxas pontuais e mensais que precisam ser pagas.

Contudo, esses são apenas alguns dos gastos que uma franquia tem. Primeiro, é preciso fazer o investimento inicial, que cobre a montagem da unidade.

Essa quantia geralmente cobre os gastos com a compra de equipamentos de trabalho, estrutura da loja, abastecimento do estoque inicial e capacitação dos colaboradores.

Depois disso, é estabelecido um valor mensal para a manutenção do empreendimento. As taxas cobradas variam conforme a marca.

Algumas das principais são:

  • taxa de franquia: é paga para ingressar na rede e serve como custeio ao know-how fornecido pela marca;
  • taxa de royalties: correspondem à possibilidade de uso da marca e conhecimento contínuo. Geralmente, o pagamento é feito todos os meses;
  • taxa de propaganda: custeia as divulgações da marca e é um rateio entre os franqueados. Gira entre 2% e 5% do faturamento bruto e seu pagamento é mensal.

Ainda existem os gastos financeiros e jurídicos com a abertura do negócio, sua regularização e obtenção de serviços essenciais.

Para investir em franquia, você deve considerar todos esses valores, que vão desde o pagamento de taxas na Prefeitura até a legalização na Secretaria da Fazenda, passando pelas obtenções dos alvarás.

Considere ainda tributos (como o Imposto sobre Serviços — ISS), valor do aluguel, internet, água, telefone e luz.

Ao ter todos esses custos descritos, fica mais fácil estimar quanto será gasto mensalmente com a franquia e calcular o capital de giro necessário.

Nesse momento, avalie a lucratividade do negócio. Ao investir em franquias, essa informação é fundamental, porque varia muito conforme o setor.

Ademais, avalie o tempo de retorno, que está especificado na COF. Essa média é apresentada em meses, com base na projeção de faturamento e lucro.

Com isso, você já conhece todos os critérios relevantes para fazer um investimento no segmento de franchising. Contudo, será que é uma boa ideia?

9. Por que investir em uma franquia pode ser uma boa?

Os dados apresentados nesse artigo evidenciam que a resposta é sim.

Mesmo em período de crise, o segmento de franchising apresenta crescimento e demonstra que é uma alternativa válida para empreender sem correr tantos riscos.

A segurança é, inclusive, um dos pontos de destaque. Como os clientes já conhecem e testaram os produtos e serviços das franquias, é mais fácil conseguir clientela.

Outra vantagem é não precisar fazer investimentos em desenvolvimento de produtos, já que essa responsabilidade é da franqueadora.

Assim, você conta com uma empresa sólida e segura, que ajudará a vender seus produtos ou serviços e garantirá bons resultados.

Na hora de escolher, as feiras de franquias são boas alternativas para conhecer diferentes opções e avaliar aquela que está mais adequada ao seu perfil.

Outros pontos positivos que justificam o investimento em franquias são os que listamos em seguida.

9.1 Reconhecimento do modelo de negócios

O franchising é um formato já testado e tem seu conhecimento adquirido ao longo de vários anos.

O público já reconhece esse modelo, o que torna possível prever os locais em que as unidades terão mais sucesso. Isso é feito com a ajuda de pesquisas mercadológicas.

Ao mesmo tempo, as franquias conhecem o perfil de cliente e desenvolvem produtos que satisfazem o consumidor.

9.2 Reputação em alta

A franqueadora tem uma imagem construída que facilita a identificação do negócio perante os clientes. Isso tende a atrair um maior número de pessoas logo na abertura do negócio.

Ao mesmo tempo, você conta com todo o suporte da franqueadora, que ajudará a seguir os parâmetros de qualidade.

9.3 Gestão colaborativa

As parcerias entre franqueados levam a conquistar preços melhores com os fornecedores, que são homologados pela rede.

Com essa questão, a qualidade do produto ou serviço é assegurada — o que é positivo para os proprietários das unidades e, também, para os consumidores.

9.4 Visão direcionada ao futuro

As franqueadoras sempre observam o futuro.

Estão em constante desenvolvimento de novos produtos e serviços, assim como fazem a divulgação dos itens por meio de diferentes ações, como marketing, publicidade e propaganda.

9.5 Investimento seguro

Os investimentos em franquias são rentáveis. Um cálculo feito pelo Portal do Franchising indica que a rentabilidade mensal é de 3,3% até a recuperação total do valor empregado.

Além disso, o vice-presidente da ABF, André Friedheim, esclarece na entrevista que “a chance de acerto com uma franquia é de cerca de cinco vezes maior, se comparado a uma empresa comum“.

Essa afirmação está embasada nos pontos positivos do modelo de negócios, como ganho de escala, propaganda própria e rede colaborativa.

Portanto, se as recomendações da franqueadora forem seguidas e o empreendedor empregar muitos esforços, a segurança do investimento aumenta de modo considerável.

Como fica claro, investir em franquias é uma ideia interessante para quem quer empreender sem correr tantos riscos e com maior chance de sucesso.

Para que isso aconteça, é fundamental contar com uma consultoria especializada no mercado de franchising.

Invista com segurança e se transforme em um franqueado de sucesso!

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