Não sabe em que investir?

Não sabe em que investir? Confira nossas dicas e acabe com a dúvida

Você, que juntou um dinheiro com muito sacrifício, está sem saber em que investir? Existem diversas formas de fazer ele render, mas a rentabilidade não deve ser o único critério a ser analisado. É fundamental conhecer melhor cada uma das opções para entender qual delas se encaixa melhor no seu perfil.

Se você está em busca de uma forma de aumentar seu patrimônio ou, até mesmo, de garantir suas finanças para o futuro, este artigo vai ajudar bastante. Veja quais são os principais tipos de investimentos, os pontos positivos e negativos de cada um deles, e como escolher o ideal para você. Boa leitura!

Empreender “carreira solo”

Criar seu próprio negócio é uma excelente forma de investir um dinheiro, contudo é uma opção de alto risco. Para empreendedores de primeira viagem, os desafios da gestão de negócios podem ser ainda maiores. É preciso acertar na escolha do público, entender bem a demanda e oferecer algo inovador e relevante.

Quando a pessoa acerta na proposta de valor e consegue administrar bem o negócio, a tendência é de crescimento. Consequentemente, a rentabilidade é maior e os custos operacionais começam a diminuir. O único problema é que esse acerto pode levar alguns meses ou vários anos. Portanto, é uma opção bastante arriscada.

Além disso, esse formato demanda mais atenção e disponibilidade do empresário. Ele precisa se dedicar bastante para conseguir fortalecer sua marca no mercado ao mesmo tempo em que gerencia toda a parte estratégica e operacional.

Empreender abrindo uma franquia

A franquia é um modelo de negócio ideal para quem está começando no mundo do empreendedorismo e precisa contar com soluções mais práticas e pré-determinadas. Nesse modelo, o franqueador entrega ao franqueado tudo que é necessário para a loja funcionar.

Em relação à opção anterior, ele tem diversas vantagens, tais como:

  • a marca já é conhecida e consolidada;
  • o modelo de negócios já foi testado;
  • os custos de implementação são menores;
  • o retorno sobre o investimento acontece mais rápido.

Sendo assim é uma ótima alternativa para quem quer ter um negócio, mas não faz questão de ter uma marca própria, e consegue seguir padrões pré-estabelecidos. Inclusive, para quem não tem muita disponibilidade de tempo, existem modelos, como o da Americanflex, que proporcionam uma boa autonomia do ponto de venda, que facilitam o acompanhamento sem a necessidade da presença do dono o dia todo na loja.

Investir em aplicações de renda fixa

As aplicações de renda fixa são as opções mais seguras e menos trabalhosas para quem ainda não sabe em que investir. Na maioria das vezes, elas rendem mais que a poupança e não exigem conhecimentos avançados do investidor. Nessa alternativa estão incluídos:

  • Tesouro direto;
  • LCI e LCA (Letra de Crédito Imobiliário e Letra de Crédito do Agronegócio);
  • LF (Letra Financeira);
  • CDB (Certificado de Depósito Bancário).

Cada uma delas tem funções e rentabilidades diferenciadas e boa têm opções com valores baixos para iniciar (a partir de R$ 30,00).

Elas são mais indicadas para as aplicações de longo prazo, como uma viagem maior, aposentadoria e afins, e para a criação de reservas em paralelo. Ou seja, você pode ter a sua empresa e manter um valor investido em renda fixa para implementar melhorias ou novas aquisições no futuro.

Investir em ações

O investimento em ações da bolsa de valores é a alternativa mais rentável de todas, mas também bem arriscada. O mercado de ações é bastante volátil, qualquer especulação pode alterar os valores de compra e venda dos títulos. Então, mesmo oferecendo percentuais mais atrativos, os riscos nem sempre valem a pena.

Um dos principais requisitos para minimizar esses riscos, é ter pleno conhecimento da dinâmica desse mercado. Isso faz com que o investidor saiba quais são os melhores momentos para a compra e para a venda de ações, a fim de garantir máxima rentabilidade. Se você não entende muito bem desse assunto, essa opção pode gerar até mesmo prejuízos, reduzindo o montante inicial.

Investir em imóveis

O investimento em imóveis sempre foi algo que o brasileiro viu como totalmente vantajoso. Existe até um ditados popular que diz “quem compra terra não erra”. Afinal, esse tipo de bem tem o histórico antigo de valorizações, passando uma impressão maior de segurança. Contudo, é importante analisar a questão de uma forma um pouco mais criteriosa.

O primeiro ponto é que a crise afetou o setor da construção civil e isso fez com que o imóveis perdessem valor. Já existem casos de pessoas que perderam dinheiro ao vender um apartamento ou casa em relação ao valor pago na aquisição.

O segundo é que esse tipo de investimento tem baixa liquidez. Isso significa que, apesar de ter uma casa de R$ 300 mil, esse valor não está disponível de imediato. É preciso vender o imóvel para transformá-lo em dinheiro, e isso pode levar anos! Logo, ele só deve ser pensado no longo prazo.

Muitas pessoas investem nessa alternativa para garantir uma renda mensal com aluguéis, mas esse é outro ponto de atenção. Um aluguel representa algo em torno de 0,3% a 0,5% ao mês do valor do bem. Quando comparamos com os outros tipos de investimentos citados até aqui, esse é um rendimento baixo.

Além disso, é importante lembrar que a manutenção do imóvel gera custos com impostos e taxas de condomínio que, caso ele não esteja alugado, recairão sobre o proprietário. Portanto, ele pode ser uma boa escolha para quem deseja aplicar suas economias em algo mais seguro e tradicional, mas que possua outras fontes de reserva para emergências e que tenha uma renda mensal para arcar com possíveis custos.

Depois de conhecer melhor essas alternativas, conseguiu decidir em que investir? Como foi dito, você pode combinar investimentos para adequá-los melhor às suas demandas específicas. Mas lembre-se: encontre um equilíbrio entre ações de curto, médio e longo prazos, para que você consiga pagar as contas do presente e ainda garantir as conquistas do futuro!

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